segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Romance.

Postado por Laryssa Saboya às 15:51 5 comentários

Passou pela bochecha e caiu em um pedaço do chão, a esperança do mundo em um derramamento desajeitado. Oh, ela deita em sua cama e olha para uma forte luz branca, e pensa que o seu coração não está bem, porque o amor tomou-lhe a mão como um ladrão, tomou seu coração como um assaltante e os sentimentos que a assustam se tornam um alívio. Só me deixe correr onde eu quero correr, apenas deixe eu amar quem eu quero. Em um instante seu coração está morto, você tem que perguntar com toda essa dor. Foi seu coração muito mole? Foi o seu amor em vão? Foi teu beijo muito fraco? Eram seus olhos muito apertados? E muito jovem para estar apaixonada? Porque não existem regras para este amor, basta manter a sua cabeça e não desistir, como todos os tolos que jogam isso inteligentemente. Perca a sua cabeça apenas para o seu coração, apenas para o seu coração.

Copeland

domingo, 26 de setembro de 2010

Sonhe.

Postado por Laryssa Saboya às 04:18 2 comentários

Você tem que ter um sonho, tem que ser capaz de se imaginar não onde está agora, mas onde quer estar!

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Arrependimento.

Postado por Laryssa Saboya às 06:57 16 comentários


Ela parecia pasma com o que acabara de ouvir da amiga, ela nunca havia a tratado daquela forma e isso a havia deixado muito magoada, porém um leve suspiro de alivio surgia nela, ela parecia não mais se importar com o que a amiga tinha feito, parecia que ela estava satisfeita, e saiu do quarto em estado de hibernação, uma hora chorando outra hora sorrindo, e nada nem ninguém podia a compreender naquele momento, e ela gritava na rua vazia, era meia noite, e como não havia pessoas nas ruas ela achava que uns gritinhos a faria bem, e ela continuava a gritar, quando de repente se depara com um rapaz, ele até era bonito, diante de toda exigência complexa que ela vivia, ela conseguiu admitir ele era bonito, parecia jovem, mas de uma masculinidade inconfundível, ele a parou e disse - tudo bem com você? o que uma moça tão bonita faz sozinha na rua uma hora dessa? - ela responde - era o que eu também queria saber. Inevitavelmente dali começou a surgir uma amizade, parecia que ele a compreendia e ele parecia estar a vontade com aquela pessoa que nunca havia visto. Quando de repente ela começa a chorar e ele pergunta - o que aconteceu? - foi alguma coisa que eu disse? E ela diz - não, me desculpa, você não tem nada haver com isso, mais eu preciso desabafar, hoje eu peguei minha amiga com meu namorado, e ela me disse coisas horríveis, que nunca pensei ouvir de alguém, nem mesmo de um inimigo, isso era pra ser tão trágico, é na verdade, o que posso fazer é chorar. E o moço diz - não fique assim, sua amiga é que deve esta triste agora por ter feito isso com você, quando ela se der conta, ela vai perceber a grande besteira que fez. E o que Cibele consegue fazer com as palavras do homem, é chorar freneticamente em desespero. E ele diz, desculpa acho que não estou ajudando muito. E ela diz - você me fez sentir tão culpada quanto ela, na verdade eu trai ela com o namorado dela(hoje ela não namora mais com ele), e hoje percebi quanto é duro ser traída por alguém que a gente gosta com uma pessoa que a gente ama, e você me fez sentir completamente hipócrita, pra falar a verdade, ela nem sabe do ocorrido, mas pra mim, as palavras que saiam da boca dela hoje, parecia que estava saindo de um espelho, de mim pra mim mesma, no começo eu até fiquei aliviada, pois o peso da minha consciência havia saído, afinal eu também havia feito a mesma coisa com ela, e aquilo me parecia justo. Porém agora vejo que foi exactamente o contrario, ela foi corajosa e contou que estava gostando dele, que estava apaixonada, eu fui covarde, e trai por fraqueza, que monstro eu sou não? você não deveria estar falando comigo, eu sou um monstro não está vendo? e ele disse vejo uma menina frágil, humana com imperfeições igual a todo ser humano, que errou e que se arrependeu, mostrando que é verdadeiramente do bem. E um sorriso tímido começou a brotar do seu rosto, ele a fez sentir limpa, e quando fui se aproximar dele para agradecer ele recuou e correu, e ela ficou sem entender o motivo, de repente olhando para traz estava sua amiga, que deveria estar ali, há algumas horas, e consequentemente havia ouvido tudo que ela tinha falado, ela imediatamente, ainda assustada, encheu seus olhos de lágrimas, e falava descontroladamente - desculpa, perdão, desculpa... e ela venho em sua direcção e a deu um abraço dizendo - me perdoe você, eu fui dura, e mesquinha, eu te amo e não quero vê você triste... e ela disse - e o Mateus? - Ela disse - aquilo tudo foi uma brincadeira, eu nunca fui apaixonada por ele, e nunca te trai com ele, eu apenas já sabia que você havia me traído, e nunca me contou, o que me doeu mais, pois você em nenhum momento me mostrou arrependimento, e hoje eu quis vê, se você realmente era tão dura quanto parecia ser, e se você não iria me contar a verdade nunca. - ela a olhou assustada, não sabia quanto miraculosa era sua amiga, e ela se sentiu a pior pessoa do mundo, se ajoelhou e implorou o seu perdão, a amiga a levantou e disse - amiga hoje eu vi que você esta verdadeiramente arrependida, que minha amizade pra você é importante, porque você conseguiu me entender, mesmo amando o Mateus, você estava se sentindo bem pior, o que ocorreu ninguém pode apagar, mas pra mim o que importa é que hoje(nesse momento o sol estava nascendo) junto com o nascer do sol, hoje, nasce uma nova amizade!

Por mim mesma Lary Scamp in história da carochinha.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Love.

Postado por Laryssa Saboya às 06:46 10 comentários
Eu amo o modo como você ama, mas eu odeio o modo como devo te amar!

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Doidas e Santas.

Postado por Laryssa Saboya às 06:28 8 comentários
Eu só conheço mulher louca. Pense em qualquer uma que você conhece e me diga se ela não tem ao menos três dessas qualificações: exagerada, dramática, verborrágica, maníaca, fantasiosa, apaixonada, delirante. Pois então. Também é louca. E fascina a todos. Nossa insanidade tem nome: chama-se Vontade de Viver até a Última Gota. Só as cansadas é que se recusam a levantar da cadeira para ver quem está chamando lá fora. E santa, fica combinado, não existe. Uma mulher que só reze, que tenha desistido dos prazeres da inquietude, que não deseje mais nada? Você vai concordar comigo: só se for louca de pedra.

Martha Medeiros.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Cobranças.

Postado por Laryssa Saboya às 04:12 10 comentários


Não me diga que eu tenho que mudar, que tenho que ser outra pessoa, não sou assim, nunca fui, nunca serei. Não me acostumo com falsos moralismos, não sei ficar calada, trancar um grito que esta dentro de mim, definitivamente, não faz meu tipo. Eu tenho que gritar, falar, dançar, me mover, não sei ficar acomodada, não consigo, e sou assim mesmo: INTENSA, não consigo ser menos do que isso!

Scamp, Lary.

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